domingo, 28 de agosto de 2011

Trabalho Infantil

Longe das hostes oficiais, onde os programas governamentais dizem estar resolvendo o drama do trabalho infantil, ele continua a consumir nossas crianças e adolescentes na dura lida da super-exploração do trabalho humano para garantir o lucro dos abatados. Não se trata do trabalho emancipador, formador ou de transferência de tradições, típico de comunidades tradicionai, mas da exploração pura e simples.
Alternativas existem; é o adulto que deve trabalhar ou ter garantida a previdência sua e de sua família. Criança e adolescente deve brincar, praticar esporte, criar e ter acesso a educação pública de qualidade em tempo suficiente para atender suas necessidades e de sua família.
Segue link do programa A Liga: Trabalho Infantil para abrirmos essa discussão: http://vimeo.com/24340728

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Deputado Ivan Valente na defesa da luta pela moradia!

Em apoio à luta pela moradia do MTST

Senhor Presidente, senhoras e senhores Deputados,
A moradia é um direito social previsto no artigo 6º da Constituição Federal, que precisa ser respeitado pelas instituições do Estado brasileiro. Já o artigo 7º prevê que o salário mínimo nacional deveria ser capaz de atender as necessidades básicas do trabalhador(a) e de sua família, entre elas, o direito à moradia digna. Ambos dispositivos constitucionais estão muito distantes de serem efetivados no Brasil. Em 2009, por exemplo, o setor da habitação ficou com apenas 0,01% do orçamento geral da União. Estes dados não se alteraram de lá para cá.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ato contra usina de Belo Monte

Todos às ruas contra Belo Monte
No dia 20 de agosto, sábado, o Brasil vai às ruas para protestar contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará.
O projeto Belo Monte é um exemplo cabal de ineficiência energética (produzirá, em média, apenas 39% da eletricidade que promete), é absurdamente caro (cerca de R$ 30 bilhões, dos quais 80% são dinheiro do povo, a ser desembolsado pelo BNDES), e foi imposto pelo governo através de um processo brutal de sucessivas violações da legislação e da Constituição nacionais, e de acordos e tratados internacionais.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Incineradores: problemas ambientais e saúde pública não mudam prioridade no lucro

Há algumas décadas no Brasil, os incineradores de lixo vêm sendo apontados como alternativa à destinação da imensa quantidade de resíduos sólidos produzidos.
Chamados também de "usinas de tratamento integradas à geração de energia" são tidos como eficientes. Como num passe de mágica, farão desaparecer através da queima, toneladas de lixo bastando apenas uma boa tecnologia de filtragem para garantir "ar puro" nas chaminés fétidas dos fornos.
Importante destacar que muitos países europeus proíbem o uso desta tecnologia e, onde existem, uma constatação relevante feita nos anos de 1990 é que nenhum dos diretores das empresas operadoras residiam a menos 70 km dos incineradores. (Dado trazido pelo ambientalista Titan de Lima, estudioso do tema que esteve em viagem técnica na Europa e EUA).
Embora as emissões de poluentes, mesmo limitadas aos chamados "padrões aceitáveis" agravem as condições da água e do ar e as toxinas provenientes da queima de produtos de diferentes composições químicas, ainda sejam pouco conhecidas tornando isso um problema de saúde pública, a prioridade de muitas das abordagens sobre o tema é na questão puramente econômica.
Por mais que os problemas ambientas desafiem os Governos em todos os níveis, o chamado "custo benefício" prevalece sempre na adoção de tecnologias e na contratação da gestão. Só não explicam "benefício" de quem?
Confira matéria da Agência Brasil sobre o tema:

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Belo Monte agrada mercado mas destrói a floresta e a vida

Documentário sobre encontro dos povos do Xingu, produzido em 2009, denuncia a destruição da floresta e da vida promovida pela Usina Hidrelétrica de Belo Monte.
Em nome do suposto desenvolvimento econômico e da necessidade de energia para manter os atuais padrões de consumo, o governo ignora o diálogo, os cuidados com o meio ambiente e as constatações de impactos do projeto e promove os interesses do mercado sem qualquer escrúpulo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Cobrança de taxa de recursos hídricos não altera situação da RMC

O "Relatório de Conjuntura dos Recursos Hídricos no Brasil - Informe 2011" produzido pela Agência Nacional das Águas aponta que as Regiões Metropolitanas e grandes concentrações urbanas, são consideradas de "criticidade quali-quantitativa" segundo análise de indicadores estabelecidos pela Agência. 
Estes indicadores consideram a "alta demanda de água existente e a grande quantidade de carga orgânica lançada nos rios" que demonstram a necessidade de ínvestimentos e políticas de saneamento ambiental.
Mesmo na Região Metropolitana de Campinas - RMC, onde a cobrança pelo uso de recursos hídricos da Bacia dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí vem ocorrendo desde 2009 e já arrecadou cerca R$ 34 milhões, a situação permanece inalterada.
Veja Relatório completo em:
http://conjuntura.ana.gov.br/conjuntura/