terça-feira, 26 de julho de 2011

Novo Código Florestal amplia destruição das florestas e do meio ambiente

Tramita no Senado Federal, o novo Código Florestal aprovado em maio, pela Câmara dos Deputados com ampla maioria dos votos. Isso não quer dizer que ele é bom para as florestas brasileiras, muito pelo contrário, o novo texto beneficia desmatadores e reduz áreas de proteção das florestas e do meio ambiente.
O substitutivo do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), foi aprovado com votos favoráveis de todos os deputados federais presentes com bases na Região Metropolitana de Campinas. (Confira quadro a seguir).

domingo, 24 de julho de 2011

Socialismo ou barbárie!

A frase do título não é nova, mas, expressa uma premissa atualíssima desses tempos, em que o capitalismo, com seu pressuposto do lucro sob quaisquer condições, vem destruindo o meio ambiente, a humanidade e o planeta, sem qualquer escrupúlo.
Entre muitas manifestações que denunciam esta imposição do capital e apontam caminhos para sua superação segue uma "conclamação" aprovada no Fórum Social Mundial de 2009, realizado em Belém do Pará. Este documento recebe assinatura de signatários em:
http://bienscommuns.org/signature/appel/index.php?a=appel

Conclamação Para a recuperação dos bens comuns

A privatização e a mercantilização dos elementos vitais para a humanidade e o planeta são mais fortes do que nunca. Seguindo-se à exploração dos recursos naturais e do trabalho humano, esse processo se acelera e estende-se aos conhecimentos, às culturas, à educação, às comunicações, à vida, ao patrimônio genético e às suas modificações. O bem-estar de todos e a preservação da Terra são sacrificadas ao lucro imediato de poucos.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Campinas nos descaminhos das privatizações

A insinuação da "eficiência" e qualidade incontestáveis do mercado é um pressuposto do método de privatizações do Estado brasileiro.
O processo, que começa com o sucateamento e a desmoralização dos serviços e políticas públicas, que se pretendem entregar ao mercado, segue com os governantes rasgando elogios às "maravilhas" produzidas pela iniciativa privada. Assim, abre-se o ralo do dinheiro público, com a transformação de direitos sociais em mercadoria e a opinião pública perplexa diante dos acontecimentos.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Cresce concentração de terras no Brasil

Terras estão mais concentradas e improdutivas no Brasil

21 de junho de 2011

Por Igor Felippe Santos
Da Página do MST

Dados do cadastro de imóveis do Incra, levantados a partir da auto-declaração dos proprietários de terras, apontam que aumentou a concentração da terra e a improdutividade entre 2003 e 2010 (veja tabela no final do texto).

Atualmente, 130 mil proprietários de terras concentram 318 milhões de hectares. Em 2003, eram 112 mil proprietários com 215 milhões de hectares. Mais de 100 milhões de hectares passaram para o controle de latifundiários, que controlam em média mais de 2.400 hectares.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Estado ataca direitos humanos em nome de interesses econômicos

Duas notas da coluna Fatos em Foco do jornalista Hamilton Octavio de Souza, na edição n.435 do Jornal Brasil de Fato, mostram o vale tudo do Estado brasileiro contra territórios habitados pela classe que vive do trabalho. Os governos neoliberais não medem esforços para responder a grita do capital nacional e internacional por infraestrutura e garantia dos grandes eventos esportivos.

"Violência urbana
Em audiência pública no prédio da Procuradoria da República, no centro do Rio, dia 22 de junho, moradores de várias comunidades reclamaram das remoções compulsórias para a realização da Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, por causa dos baixos valores das indenizações, realocação de famílias em áreas distantes e falta de informação sobre quem será atingido. O discurso vago da prefeitura não conteve os protestos.
Abuso anunciado
Entidades e lideranças populares bem que alertaram: a obra da hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, vai provocar inúmeros impactos negativos e conflitos com a população local. Nos dias 21 e 22 de junho, os despejos de 270 famílias – de dois bairros de Altamira que serão inundados – foram feitos com brutal violência pela Polícia Militar, com o uso de balas de borracha, bombas e gás pimenta. Quem assume a responsabilidade pelas vítimas?"

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Desertos Verdes



Foto: João Zinclar
  As monoculturas que tomam conta de imensas regiões agrícolas do país, estão transformando as paisagens no campo e gerando pobreza, desertificação de imensas áeas e queda na produção de alimentos. Tudo isso para garantir a economia de exportação de produtos primários e servir aos interesses do agronegócio.
A seguir Territórios Plurais trás uma abordagem do tema, pelo companheiro Sidnei, de Praia Grande que, em viagem recente à Ribeirão Preto, trocou idéias com trabalhadores rurais expulsos do campo, buscou informações no conhecimento popular e abordou os efeitos da monocultura da cana-de-açucar no meio-ambiente e no trabalho. Produziu um grito de alerta!

CAVAQUEIRA DE BÓIA-FRIA

Por Sidnei Augusto de Carvalho

Nessa semana estive na região de Ribeirão Preto, e aproveitei para prosear com trabalhadores rurais itinerantes, que prestam cada vez menos serviços temporários sem vínculos empregatícios, para fazendeiros e sitiantes, que nem sequer entendem o nosso idioma, nossa cultura, e muito menos de nossa agricultura, pois são verdadeiros criminosos ambientalistas.


sábado, 2 de julho de 2011

Globalizar a luta para globalizar a esperança!

Num encontro internacional realizado em 2010, movimento sociais de comunidades atingidas pela companhia Vale do Rio Doce em todo mundo, denunciaram a política agressiva e predatória desta empresa que, um dia já foi patrimônio do povo brasileiro e agora, serve apenas aos lucros do capital internacional e promove a devastação de nossas riquezas naturais.
No endereço a seguir pode ser encontrado um Dossiê dos Impactos e Violações da Vale no Mundo.
http://atingidospelavale.files.wordpress.com/2010/04/dossie_versaoweb.pdf 

Leia também aqui a carta aprovada no encontro: